Regulamento

Circuito Nacional de Marcha de Muares

CAPÍTULO I – DAS FINALIDADES

 

Conceito: Marcha de andamento natural, espontânea, avante, de centro ou batida, com deslocamentos alternados dos bípedes em lateral e diagonal, intercalados por momento de tríplice apoio.

Art.1º – O Concurso de Marcha é uma prova pública a ser realizada durante as exposições agropecuárias, exposições especializadas e/ou outros eventos de pecuária, visando preservar e valorizar a marcha característica do muar e dar ao público a oportunidade de focalizar e visualizar a imagem do andamento característico.

 

CAPÍTULO II – DAS INSCRIÇÕES, DAS CATEGORIAS E DO JULGAMENTO

Art.2º – O Concurso de Marcha será aberto para muares de ambos os sexos, sem limite de idade.

Art.3º – O Concurso de Marcha será para machos e fêmeas, dividido nas seguintes categorias de idade, valendo para todas as categorias a idade que constar no certificado de controle e ou características especificas da raça.

 A) Muares Iniciantes qualquer andamento.

I. Para animais com no mínimo um dente de leite na boca.

II. Podendo ser fêmeas e machos

 

B) Mulas Jovens de andamento tríplice apoio;

I. Mulas com registro oficial até 84 meses.

II. Mulas sem registro com no mínimo 1 dente de leite (opcional iniciante ou Jovem).

C) Mulas Adultas de andamento tríplice apoio

I. Mulas com registro oficial de acima de 84 meses.

II. Para animais sem registro sem dente de leite.

III. Ou qualquer idade (opcional do criador)

 

D) Mulas de andamento Diagonalizado;

I. Mulas e Burros de qualquer idade com e sem registro.

E) Burros de Tríplice Apoio;

I. Burros de qualquer idade com e sem registro;

Nota:  As categorias de entrada de pista poderão ser modificadas quando não houver animais sufucientes para todas as categorias. Entretanto,  as planilhas de pontuação deverão ser preenchidas de acordo com as categorias acima, ficando sobre responsbilidade do promotor. Animais que forem classificados para a nacional competirão em suas respectivas categorias. Caso o criador opte por classificar seus muares em Iniciante, ele competirá na nacional somente na categoria Iniciante, salvo se a idade e os critérios de separação não permitir o mesmo.

Art.4º – O concurso de marcha será para muares machos e fêmeas nas seguintes categorias de andamentos:

a) Marcha de Centro e Marcha Batida; (MUAR INICIANTE, MULA JOVEM, MULA ADULTA E BURROS). Marcha de andamento natural, espontânea, avante, com predominância de tríplice apoio.

b) Marcha Diagonalizada; (CATEGORIA ÚNICA).

Andamento de avanços diagonais, sincronizados, em dois tempos e duas batidas compassadas na sonoridade, em que não se observa nitidamente momentos de suspensão para troca dos apoios.

Art.5º – A inscrição para o concurso deverá ser feita antecipadamente na secretaria da entidade, pelo proprietário do animal ou por seu representante no evento, dentro do prazo determinado no regulamento.

Art.6º – O animal inscrito será apresentado pelo seu cavaleiro devidamente identificado com número de ordem de sua inscrição, devendo portá-lo na pista de julgamento de maneira visível para os juízes e público presente.

Art.7º – Poderão participar do concurso animais desferrados ou ferrados das quatro patas com ferraduras iguais, isto é, do mesmo material e espessura.

§ 1º – FERRADURAS: Quaisquer tipos: iguais, abertas, da mesma espessura, largura e material, cobrindo as muralhas dos cascos e no formato dos mesmos, sem serem recuadas ou atrasadas para julgamento da raça e provas de andamento. São permitidas as que ultrapassem no máximo um centímetro para trás dos talões. Caso as ferraduras sejam dotadas de rompões, esses deverão ser iguais nas quatro (04) ferraduras. Proibidas as ferraduras ortopédicas e terapêuticas, como: ferraduras com qualquer tipo de barras, ferraduras ovais, ferraduras talonadas, com ramos desiguais, etc. Em caso de perda de ferradura durante algum julgamento, o animal deve prosseguir no mesmo sem ela, ficando sujeito às alterações que possam ocorrer ou ser retirado de pista a pedido do apresentador. Caso as ferraduras sejam dotadas de rompões, estes deverão ser iguais nas quatro ferraduras.

§ 2º – O muar que na fase seletiva/classificatória estiver ferrado ou desferrado poderá, a critério do proprietário, manter ou não o ferrageamento nas fases seguintes.

Art.8º – O Concurso de Marcha será realizado em três fases:

a) Fase seletiva;

b) Fase classificatória;

c) Fase final.

§ Único – Quando o número de participantes for inferior a 30 muares, a fase classificatória será facultativa.

Art. 9º – Considerando o prazo mínimo entre as fases de 06:00 horas quando realizadas no mesmo dia, os tempos de duração das fases serão:

a) Fase seletiva com 40 minutos, com tempo mínimo de 30 minutos;

b) Fase classificatória com40 minutos;

c) Fase final com 50 minutos;

§ Único: Em qualquer das fases, o tempo poderá ser prorrogado em até dez minutos se necessário.

Art.10º – O concurso será realizado metade do tempo num sentido do percurso e o restante em sentido contrário.

§ Único – Os animais do concurso de marcha deverão iniciar a prova a passo por duas voltas e depois passar a uma marcha de velocidade baixa. Ao comando do jurado passar para marcha de velocidade média, na toada do animal e permanecer até o final do concurso.

Art.11º – Nenhum animal será retirado de pista, salvo nos casos de infração aos dispositivos deste Regulamento, eventuais acidentes e por deficiência de condições físicas demonstradas no decorrer do concurso.

Art.12º – Nas fases seletiva e classificatória, é facultado aos Juízes montarem os animais para sentir as qualidades do andamento.

§ Único – Na fase final, todos os animais serão montados pelo menos por um dos Juízes, sendo avaliados na marcha curta, média e longa.

CAPÍTULO III – DOS QUESITOS A OBSERVAR

Art.13º – Durante o concurso, os juízes deverão levar em conta e observar os quesitos abaixo relacionados, com ênfase ao diagrama de marcha, comodidade, estilo, rendimento, regularidade e resistência dos muares:

DIAGRAMA DE MARCHA: É a qualidade de movimentos dos membros anteriores e posteriores e seu diagrama de apoios, característicos da marcha.

1 – GESTO DE MARCHA – caracteriza-se pelo movimento “rolado” dos membros anteriores e posteriores. Flexionando e utilizando devidamente as articulações para movimentar seus membros o animal descreve um semicírculo com os anteriores (vistos de perfil) e apresenta um movimento avante e enérgico com os posteriores, com articulação nítida e suave dos jarretes, levando a uma progressão horizontal dos membros, sem elevação demasiada, mas não rasteira.

2 – COMODIDADE – Comodidade e Estabilidade: São qualidades da movimentação do animal que mantendo seu tronco estável e sem oscilações, não transmite impactos frontais, laterais ou verticais, torções ou qualquer outro desconforto à posição adequada do cavaleiro sobre a sela. Bem como quaisquer características do animal que favoreçam positivamente sua condução pelo cavaleiro como bom temperamento, equilíbrio, franqueza, apoio leve da embocadura.

3 – ESTILO – É o conjunto formado por equilíbrio, harmonia, elegância, energia e nobreza dos movimentos.

4 – RENDIMENTO – É a capacidade de percorrer determinada distância com um menor número de passadas. Para apresentar bom rendimento, estando em atitude e equilibrado, é fundamental que o animal tenha uma boa impulsão, característica indispensável a qualquer animal de sela.

5 – REGULARIDADE – É a qualidade expressa pelo animal que marcha mantendo o mesmo ritmo e velocidade, sem alterar os outros itens (Diagrama / Estilo / Rendimento / Comodidade), durante todo o transcorrer do julgamento (início ao final).

6 – RESISTÊNCIA – É a capacidade do animal em manter o mesmo ritmo, desempenho e demonstrar integridade física no decorrer da prova.

Art.13º – Não será permitido ao cavaleiro, tirar sua montaria do andamento natural, imprimindo-lhe velocidade anormal.

§ Único: Se ocorrer, o cavaleiro será advertido pela Comissão julgadora através do Coordenador e insistindo, estará passível de eliminação do Concurso.

CAPÍTULO IV – DA FASE SELETIVA

Art.14º – A fase seletiva tem por objetivo apontar os animais que preencham satisfatoriamente.

Art.15º – O juiz ou comissão receberá um laudo, em modelo impresso, no qual estarão relacionados os animais participantes do Concurso onde deverá escrever seu conceito de aprovação, usando a palavra “SIM “ ou reprovação usando a palavra “NÃO “.

Art.16º – O juiz deverá assinar ou rubricar o laudo recebido depois de conferir que está corretamente preenchido.

Art. 17º – O coordenador, usando o impresso de apuração, fará anotação do conceito de cada Juiz, no qual todos os Juízes aporão suas rubricas, sendo que dois “SIM” classifica o animal.

CAPÍTULO V – DA FASE CLASSIFICATÓRIA

Art. 18º – O juiz ou comissão receberá um laudo, no qual estarão relacionados os números de identificação de cada animal participante do concurso onde deverá escrever seu conceito de aprovação, usando a palavra “SIM” ou reprovação usando a palavra “NÃO”.

Art.19º – Ao final do tempo previsto, cada Juiz assinará ou rubricará o laudo recebido e o entregará ao Coordenador para apuração.

Art.20º – O coordenador, usando o impresso de apuração, fará anotação do conceito de cada juiz, sendo que classifica o muar que receber dois conceitos “SIM”.

Art.21º – Serão classificadas as quantidades necessárias opção dos juízes.

Art.22º – Terminada está apuração, caberá ao Coordenador anunciar os nomes dos animais que passarão para a fase final.

CAPÍTULO VI – DA FASE FINAL

Art.23º – Participarão desta fase, somente os animais selecionados durante a fase classificatória.

Art.24º – O julgamento será realizado em consenso, avaliando-se cada quesito, a cada animal concorrente com ênfase ao diagrama de marcha e comodidade do muar.

Art.25º – Ao final do tempo previsto o juiz ou a comissão julgadora, assinará ou rubricará o laudo recebido e o entregará ao coordenador com a classificação de cada muar concorrente.

Art.26º – O veredicto da Comissão julgadora é irrevogável.

CAPÍTULO VII – DOS CAMPEONATOS

Art.27º – De acordo com a classificação referida no art. 30, deverão ser apresentados ao público e comentados os cinco primeiros colocados nos termos do Capítulo III e que serão considerados os melhores marchadores da Exposição, sendo o primeiro colocado o Campeão (ã) da etapa classificatória.

§ Único – O comentário do (s) jurados, também é integrante da avaliação do Concurso de Marcha de Muares, portanto sujeito às aplicações do regulamento que rege o mesmo.

CAPÍTULO XIX – DISPOSIÇÕES GERAIS

Art.28º – Serão desclassificados os animais que apresentarem as seguintes características:

a) Animal que não permitir ao juiz montá-lo em qualquer fase;

b) Sangramento na boca, sangramento ocasionado pelo mal-uso das esporas e da barbela;

c) Sangramento nos boletos ou em qualquer região zootécnica do muar;

d) Animal que empaca;

e) Animal que dá coice no estribo;

f) Animal que salta;

g) Animais claudicando (mancando) em qualquer grau;

Art.29º – Em todos os concursos de marcha, antes do final do tempo previsto, em qualquer fase, ao comando do jurado, os animais deverão ser conduzidos em marcha de baixa velocidade (na toada) em fila indiana sem ultrapassar para avaliação final.

§ 1º: Ao final do concurso, será feita vistoria, utilizando papel toalha ou qualquer material similar, para diagnosticar e guardar como prova dos animais desclassificados por sangramento.

§ Único – O conhecimento, pela coordenação do evento, da não observância do disposto no “caput” do Artigo eliminará automaticamente, o animal do concurso.

Art.30º – O cavaleiro deverá apresentar-se:

a) Devidamente trajado: chapéu, bota ou botina – preferencialmente com perneira;

b) O uso de esporas ou chicote fica a critério do cavaleiro;

Art. 31º – Será permitido o uso de bridão ou freio.

§ 1º – O uso de barbela é permitido desde que não ocasione ferimento e/ou sangramento no animal;

§ 2º – O animal que apresentar ferimento no local da barbela, ocasionado anteriormente, só poderá participar da prova sem o uso da mesma;

§ único – Todo participante, proprietário, muladeiro ou representante, poderá ser ADVERTIDO por escrito sem caráter punitivo ou suspensivo, pelos jurados através do coordenador do colégio de jurados por atitudes antiesportivas e desrespeito aos coordenadores, jurados, pessoal de apoio, etc., sendo que duas (02) advertências ao mesmo envolvido, caracteriza uma possível punição.

Art. 32º – Fica proibido ao árbitro julgar animais de sua propriedade ou de qualquer outro apresentado por familiares de primeiro grau.

Art. 33º – Os casos omissos no presente regulamento serão decididos pelo colegiado do CIRCUITO NACIONAL DE MARCHA DE MUARES.

Regulamento da Etapa Classificatória

CAPÍTULO I

Da copa e suas finalidades

Art. 1° – Este regulamento tem como finalidade:

I – Disciplinar todas as etapas chanceladas do CIRCUITO NACIONAL DE MARCHA DE MUARES

II – Oferecer aos órgãos promotores o protocolo para realizar uma etapa oficial.

 

Art. 2° – Os eventos do CIRCUITO NACIONAL DE MARCHA DE MUARES têm como finalidade:

I – Avaliar e divulgar o melhoramento da MARCHA DOS MUARES.

II – Promover o congraçamento entre os criadores.

III – Proporcionar a troca de experiência entre os criadores e favorecer oportunidades para negócios.

IV – Proporcionar também o encontro de criadores em ambientes diferentes das exposições e de curta duração.

V – Atrair novos criadores e usuários para a CRIAÇÃO DE MUARES.

VI – Premiar os melhores animais.

CAPÍTULO II

Da oficialização das etapas

Art. 3º – A oficialização das etapas tem como finalidade principal atender às exigências estatutárias de congregar e assistir aos associados, além de fomentar o aperfeiçoamento da raça, mantendo para esse fim os registros estatísticos colhidos no evento, seja no que diz respeito ao número de indivíduos, faixas etárias, provas disputadas e suas principais premiações, sejam para habilitar os resultados dos eventos oficiais ao CIRCUITO DA MARCHA.

 

Art. 4º – Para a oficialização de uma etapa do CIRCUITO NACIONAL DE MARCHA DE MUARES, o Clube, Núcleo, Prefeitura, etc., o promotor do evento deverá cumprir o disposto no REGULAMENTO OFICIAL CIRCUITO NACIONAL DE MARCHA DE MUARES, com seus respectivos anexos.

I – Cada prova disputada deverá ser realizada nas mesmas regras previstas no REGULAMENTO OFICIAL DO CIRCUITO NACIONAL DE MARCHA DE MUARES;

II – O evento poderá ocorrer concomitantemente a uma exposição no mesmo local.

 

Art. 5º – Para obter o reconhecimento e a oficialização dos resultados de uma etapa, a promotora do evento deverá proceder da seguinte forma:

I – A solicitação de oficialização do evento deverá ser feita obrigatoriamente por Clube, Núcleo, Prefeitura, etc., com pelo menos 10 dias de antecedência.

II – Realizar a copa e seus julgamentos sob a égide do presente regulamento e seus anexos.

III – Enviar, obrigatoriamente, dentro do prazo máximo de 10 (dez) dias após a realização do evento, os seguintes documentos, assinados pelo representante da promotora:

a) Súmulas dos julgamentos também assinados pelos árbitros;

b) Mapas dos animais premiados e respectivos proprietários, e muladeiros (apresentadores) com os nomes completos com número da carteira de identidade (para o circuito de melhor muladeiro (a);

c) Informações adicionais importantes;

CAPÍTULO III

Da Organização das Etapas

Art. 6º – A organização de uma etapa do CIRCUITO NACIONAL DE MARCHA DE MUARES, além das questões inerentes e exclusivas ao seu evento e das finalidades já descritas no presente regulamento, pressupõe o atendimento das seguintes obrigações:

I – Divulgar o evento para o público em geral, especialmente autoridades e criadores.

II – Garantir condições adequadas para a realização da competição.

III – Atender as exigências do Fisco e da Defesa Sanitária Animal relativas à fiscalização e o controle da documentação dos animais para o trânsito; específicos para a região em que for organizada.

IV – Manter um responsável por dirigir e orientar os trabalhos em todas as áreas do evento.

V – Fornecer condições adequadas para alimentação e água para os animais, durante a realização do evento.

VI – O evento poderá ocorrer em Parques de Exposições, Fazendas, Haras ou qualquer outro local, desde que cumprida as exigências dos incisos anteriores.

CAPÍTULO IV

Do número de expositores, árbitros e de animais.

 

Art. 7º – Não haverá número mínimo de expositores,

CAPÍTULO V

Dos Árbitros

 

Art. 8º – O julgamento do de uma ETAPA DO CIRCUITO NACIONAL DE MARCHA DE MUARES em eventos oficializados deverá ser realizado por árbitro único ou comissão, indicado(s) pelo promotor ou pela comissão do CIRCUITO.

§ 1º – A escolha dos árbitros para as etapas será feita pelo promotor com apoio da comissão do circuito.

§ 2º – As despesas de deslocamento, alimentação e hospedagem e seus honorários dos árbitros deverão ser custeadas pelo promotor.

CAPÍTULO VI

Das Inscrições dos Animais

 § Único A autenticidade e veracidade da documentação dos muares são de inteira e exclusiva responsabilidade do expositor, especialmente no que se refere à regularidade dos mesmos perante os órgãos oficiais, cabendo ao promotor do evento e seus contratados tão somente cumprir as exigências do presente Regulamento.

 Art. 9º – As inscrições deverão ser feitas com antecedência na secretaria do evento e estarão sujeitas ao pagamento de taxas, cujos valores serão estipulados pela promotora do evento.

 

CAPÍTULO VII

Dos Julgamentos e das Classificações

Art. 10º – Todos os julgamentos de Muares do CIRCUITO, em qualquer categoria, serão realizados de acordo com a metodologia e o sistema de julgamento descrito no REGULAMENTO DO CIRCUITO NACIONAL DE MARCHA DE MUARES.

 Art. 11º – Para cada categoria o árbitro irá classificar os animais do (1º) primeiro ao (10º) décimo classificados, e a planilha de cada categoria deverão constar todos os muares participantes.

 Art. 12º – Os árbitros deverão obrigatoriamente justificar seus julgamentos, das 5 primeiras classificações ao final do tempo previsto do concurso.

CAPÍTULO VIII

Da contagem dos pontos para classificação.

Art. 13º – Tabela de pontos de acordo com a classificação do muar no Concurso em cada ETAPA:

I – Primeiro lugar/Campeão                                                         10 pontos

II – Segundo lugar / Reservado Campeão                                   9 pontos

III – Terceiro lugar                                                                            8 pontos

IV – Quarto lugar                                                                              7 pontos

V – Quinto lugar                                                                               6 pontos

VI – Sexto lugar                                                                                 5 pontos

VII – Sétimo lugar                                                                             4 pontos

VIII – Oitavo lugar                                                                             3 pontos

IX – Nono lugar                                                                                 2 pontos

X – Décimo lugar                                                                              1 ponto

Art. 14º – Para cada uma das categorias mencionadas no Art. 4º do presente regulamento, serão considerados CAMPEÕES (ÃS) da EPAPA DO CIRCUITO NACIONAL DE MARCHA DE MUARES.

 § 1º – Para a classificação a PROVA NACIONAL DO CIRCUITO serão necessários no mínimo de 10 pontos, ou participar de 6 (seis) etapas chanceladas pelo Circuito.

 § 2º – O muar que durante o ano mudar de categoria (por idade) levará pontos acumulados, para a outra categoria.

 § 3º – O muar que mudar de categoria de classe de andamento (marcha batida para diagonalizada ou vice-versa), não terá os pontos acumulados de uma para outra categoria de andamento e não poderá mudar de categoria durante o ano hípico daquele ranking.

CAPÍTULO IX

Das Disposições Gerais:

 Art. 15º – Os veredictos dos árbitros são definitivos e irrevogáveis.

 Art.16º – Erros de apuração de quaisquer resultados devem ser corrigidos, mesmo que já tenham sido anunciados e entregues os respectivos prêmios.

 Art. 19º – O presente regulamento não poderá ser alterado ao longo do ano para melhor adaptação ao CIRCUITO.

 Art. 20º – Os casos omissos para o evento serão resolvidos por 2 (dois) ou mais membros do da comissão CIRCUITO NACIONAL DE MARCHA DE MUARES.

 Art. 21º – A distribuição da premiação nas etapas e CIRCUITO deverá ser seguida preferencialmente de maneira igualitária, da seguinte forma:

 

CATEGORIAS:

Mula Iniciante 20%

Mula Jovem 20%

Mula Adulta 20%

Burro 20%

Marcha Diagonalizada 20%

 

Seguindo a seguinte rateio preferencialmente:

1ª 30% da premiação total da categoria.

2ª 25% da premiação total da categoria.

3ª 20% da premiação total da categoria.

4ª 15% da premiação total da categoria.

5ª 10% da premiação total da categoria

 

Nota Única: A importância das distribuições de premiações igualitárias entre todas as categorias, está em relação a fomentação de todas as categorias atraindo um maior número de animais para o concurso e o rateio conforme sugestão e para que de 1ª ao 5ª tenha uma valorização proporcionalmente iguais.

 Art. 22º – A COMISSÃO DO CIRCUITO fica responsável pela divulgação no site e envio de a distribuição de folders vias marketing de massa tais como Facebook, WhatsApp, Revistas Eletrônicas Site.

 Art. 23º – A COMISSÃO DO CIRCUITO fica responsável também por todo apoio técnico na divulgação e a elaboração das dúvidas técnicas necessários para a realização dos eventos.